segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Conclusão

Parece estar bem claro em nossas concepções, aquilo que nos faz sair do chão, e aquilo que nos finca nele.
Sobre o post anterior cheguei à uma simples e irritante conclusão.
Aquele momento que descrevi era realmente capaz de nos levar aos dois extremos, por mais que acreditemos nessa distância dos extremos.
O que nos causa choque , o que mexe com nossos sentimentos de forma brusca, o que amendronta, o que desconcerta, nos tira do chão.
Há formas legais de sair do chão, mas esta definitivamente não é uma delas.
Daí a gente se sente perdido mesmo naquele caminho que só tem um, unzinho, um único, caminho à seguir.
No momento do choque perdemos o chão, a gente pára no tempo.
Mas daí vem o momento seguinte.
O momento de decepção,de frustração, de cair na real, e de então, encontrar aquele chão frio e duro.
E assim acontece...
Em frações de segundos somos capaz de visitar os dois diferentes ambientes.
O alto e o baixo.
Mas não pense que este alto é como chegar às nuvens. Não! É como ficar fora de órbita.
E acredito que ficar fora de órbita é ruim à beça.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Susto

Por um momento tudo parou.
Um momento que deveria ser breve, mas não foi.
Ou foi, e não pareceu ser.

Sei que as palavras fugiriam da minha boca, se ao menos tivesse alguém lá para comigo falar.
Sei também que notariam o sangue sumir fa minha face assustada.

De repente tudo virou silêncio.
O único som que podia ouvir era a voz do meu próprio pensamento (que naquele momento estava bem tumultuado).

Até minha respiração parou por um certo momento.
Só me lembrei de respirar quando o ar realmente faltou.

Momentos como este parece nos tirar do chão.
Ou seria, nos trazer de volta ao chão?!

Assim que eu descobrir, conto pra vocês...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Desculpa aê Vida!!

Eu queria aquela força que às vezes surge em mim... surge só as vezes.
Mas a queria sempre...
Não entendo porque a gente tem que viver nos altos e baixos da vida.

Sabe de uma coisa?! Acabo de encontrar a resposta para minha indignação em não entender. Chego à conclusão de que os altos e baixos existem pra dar uma movimentada na nossa vida, pra nos instigar, pra nos inspirar, pra nos ensinar...
Se não tivéssesmos os conflitos, creio que iríamos querê-los.

Nossa... os bons e ruins na vida da gente serve pra tanta coisa e eu aqui reclamando dos altos e baixos.
Chega de reclamar da vida.

Acho que a vida é que tá querendo reclamar de mim... aff...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Perguntas




Há algo de um tamanho imensurável faltando dentro de mim.
O que falta dentro de mim vai de encontro aos meus pensamentos.
E atiça a mente à não esquecer.

Quando esquecer parece ser solução para o vazio que toma conta, a lembrança abre uma ferida dentro do peito.
Poderia o coração simpatizar com minha mente confusa e assim: os dois trabalharem juntos contra o sofrimento que me toma?

O que anseio parece deveras complicadao, mas com um pouco de atenção percebo o quão simples tudo é.
Mas o que fazer das vezes que tudo parece tão simples, mas se mostra exageradamente complicado?
Por que as contradições têm tanto que andar de mãos dadas ? Como se confabulassem juntas um plano secreto para tentar nos enlouquecer?

E mais uma vez a contradição retoma com seus inquietantes questionamentos: Como pode tantas perguntas aparentemente sem resposta, terem respostas às vezes tão óbvias?
Talvez o objetivo não seja entender nada disso. E sim, deixar tudo seguir em frente, largando pra trás tantos "porques". Abrindo caminho pra novas idéias e possíveis soluções.

Afinal, a vida nos leva mesmo que não queiramos ir e nos deixa sempre um passo à frente de onde estávamos.

Quando a gente fica à toa na vida, ela trata logo de nos colocar algo no caminho.
A vida não nasceu pra ver ninguém parado.
E se a gente não viver, a VIDA pode se ofender.


Imagem by ~Thanksamillion


Mais um selinho que ganhei.
Este foi presentinho da Roberta, do blog "Garota Flor" , um cantinho que eu adoro visitar.
As regras são as seguintes:

1- Postar o selo.
2- Linkar quem te ofereceu o selo.
3- Indicar dez blogs que não saem da sua cabeça.
4- Avisá-los que receberam o selo.
5- Listar dez coisas que não saem da sua cabeça

Bem, desta vez irei indicar apenas 4 blogs. São blogs lindos e que valem à pena visitar:

E aqui estão as dez coisas que não saem da minha cabeça:
1- Escrever (é algo que não sai da minha cabeça).
2- Músicas de Beirut (sempre tem uma na minha cabeça).
3- Estudar (tem pelo menos umas 5 coisas diferentes que quero estudar).
4- Minha próxima tatuagem (ansiosa pra fazer).
5- Clarice Lispector.
6- O Pequeno Príncipe.
7- Que a vida deve ser vivida dia após dia.
8- Que a vida requer paciência.
9- Que eu posso ser uma pessoa ainda melhor.
10- Que dez coisas é coisa demais ... :D

domingo, 1 de novembro de 2009


Este selo eu recebi da Verônica, do blog "Fly with me".
As regras deste selinho são as seguintes:

1.Exibir a imagem do selo que acabou de ganhar
2.Postar o nome do Blog que te presenteou
3.Indicar 10 blogs
4.Avisar os indicados e publicar as regras
5.Conferir se os blogs indicados cumpriram as regras.

Então, vamos lá...

Blogs que viciam:

Quero agradecer o carinho em receber este selo. Fico imensamente feliz em saber que mais pessoas, além de mim mesma, gostam de ler o que escrevo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Um dia



Um único dia.
Um dia em que os olhos veriam tudo diferente.
Um dia para escapar das mentiras, das convenções, do que é esperado todo dia.
Para tentar mudar tudo, de dentro pra fora.
O dia que se passaria sem contar as horas.
Dia pra fugir de todos e encontrar-se consigo mesmo.
Para abrir os olhos dos que não queriam acordar e para ampliar a mente dos observadores.
As borboletas estariam ainda mais belas.
E uma linda canção se espalharia pelo ar com o vento.
Seríamos balões à voar, de tão leve que estaríamos sem o peso na consciência.
O azul escondido embaixo da cama, se mostraria para um céu tão lindamente convidativo.
Suspiros, risadinhas...

Um dia para nos colocar de volta à essência da vida.

Imagem by ~meadowkite